JValério oferece programa de Governança Corporativa

Capacitação apresenta como alcançar estabilidade e sucesso empresarial com as boas práticas deste reconhecido sistema de gerenciamento e será realizada em novembro

Para que todos os níveis de uma organização trabalhem em favor do desempenho sustentável, focados em múltiplos interesses e no alcance dos objetivos, a administração empresarial conta com a governança corporativa.

Ela é importante porque enfatiza as boas práticas na gestão considerando as incertezas do mercado, as legislações vigentes, o propósito organizacional (missão, visão e valores), as tomadas de decisões e a gestão de riscos. Empresas que levam a governança corporativa a sério conseguem estruturar os processos de direção e controle, estabelecendo como os gestores (agentes), os proprietários (shareholders) e as partes interessadas (stakeholders) vão interagir.

Na visão de Clodoaldo Oliveira, diretor da JValério Gestão e Desenvolvimento, obter reconhecimento por ser uma empresa sólida, com modelo de negócios inspirador e visado pela concorrência, é um ideal a ser conquistado no universo corporativo. “Com a crescente conscientização dos consumidores e a democratização do acesso à informação, produtos e serviços são avaliados de perto e a todo momento. E esse é um caminho sem volta. Portanto, hoje em dia não há espaço para meio termo entre o que se fala e o que se faz. Ou seja, as boas práticas não devem se ater ao mero campo das ideias ou ao discurso. Elas devem fazer, de fato, alguma diferença no meio social no qual estão inseridas”, aponta.

Contudo, essa dinâmica depende de meios para alcançar as metas e instrumentos para controlar as ações: são os quatro princípios da governança corporativa, um caminho promissor a ser seguido por quem deseja gerar impactos positivos de curto, médio e longo prazo dentro do seu campo de atuação. A JValério lista quais são esses princípios.

1. Transparência

A transparência está diretamente relacionada com a troca de informações entre empresas e seus stakeholders. É um dos princípios da governança corporativa mais importantes, pois dita o quão clara uma organização precisa ser para alcançar a convicção do mercado.

Por sua vez, isso envolve divulgar dados acerca dos negócios, acordos comerciais, políticas internas, contratos, infraestrutura, entre outros. A empresa também deve ser transparente em relação aos seus resultados, decisões e estratégias, permitindo que os stakeholders avaliem sua performance.

Além disso, não deve restringir-se ao campo econômico-financeiro, contemplando também os demais detalhes (inclusive intangíveis) que norteiam a ação gerencial e que conduzem à preservação e à otimização do valor da organização.

2. Prestação de contas (accountability)

Elencando o tópico anterior, a prestação de contas é um pilar que caminha lado a lado com a transparência. Caracteriza-se pelo tratamento justo e isonômico de todos os sócios e demais partes interessadas (stakeholders), levando em consideração seus direitos, deveres, necessidades, interesses e expectativas.

De maneira geral, propõe-se a assegurar os deveres perante o mercado, em prol de performances claras e concisas que respeitem todos os fluxos internos e externos, assim como o cumprimento de medidas éticas e claras.

3. Equidade

Os agentes de governança devem prestar contas de sua atuação de modo claro, conciso, compreensível e tempestivo, assumindo integralmente as consequências de seus atos e omissões. Isto é, devem atuar com zelo na execução dos seus papéis.

Em suma, o princípio da equidade estabelece que a empresa deve tratar todos os seus acionistas e stakeholders de forma justa e igualitária. Na prática, isso significa que as decisões tomadas pela empresa devem levar em consideração o impacto em todas as partes interessadas.

Um ponto importante é a noção de privilégios. A organização deve adotar meios para evitar privilegiar um determinado grupo em detrimento de outro.

4. Responsabilidade corporativa

A responsabilidade corporativa diz respeito ao papel da empresa frente à sociedade e aos impactos das suas atividades. Em outras palavras, estimula as organizações a manter posturas socioambientais comprometidas, tais como as pautadas em ESG.

Para viabilizar esse princípio, os empresários precisam compreender quais são os impactos sociais, ambientais e econômicos que provocam. E é necessário que a organização se responsabilize pelos efeitos deles.

Ademais, os agentes de governança devem zelar pela viabilidade econômico-financeira das organizações, reduzir as externalidades negativas de seus negócios e suas operações e aumentar as positivas, considerando os diversos capitais: financeiro, manufaturado, intelectual, humano, social, ambiental, reputacional, etc. 

O Programa Governança Corporativa para Empresas Familiares visa justamente promover discussões sobre diretrizes e estratégias alinhadas com o que há de mais moderno, bem como oferece capacitação e identificação de oportunidades tanto para o planejamento dos próximos passos como para alavancar o negócio familiar.

O Programa será realizado nos dias 7 e 8 de novembro de 2023, na sede da JValério, em Curitiba (PR), será realizada uma jornada de aprendizado repleta de conteúdos que possibilitam a adoção da governança corporativa. E o melhor, com o equilíbrio perfeito entre exercícios teóricos e práticos. Para saber mais, acesse o link: https://jvalerio.com.br/programas-para-executivos/governanca-corporativa-em-empresas-familiares/.

By Mirella Pasqual

Sou jornalista formada pela Universidade Positivo. Sou mãe do Benício e de três vira-latas, o Raj, o Thor e a Mia. Minha coluna fala sobre moda, empreendedorismo e saúde! Sejam muito bem-vindos 😊

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